segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Veja os Estados que não cumprem a lei do piso nacional para professor
A lei nacional do piso do magistério não é cumprida em pelo menos 17 das 27 unidades da Federação,a legislação prevê mínimo de R$ 1.187 a professores da educação básica pública, por 40 horas semanais, excluindo as gratificações.
A lei também assegura que os docentes passem ao menos 33% desse tempo fora das aulas para poderem atender aos estudantes e preparar aulas, visando, assim, melhorar a qualidade do ensino.
No ano passado a Folha de São Paulo fez um levantamento, mostrando que a jornada extra-classe é o ponto mais desrespeitado da lei.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
Uma imagem fala mais que mil palavras
Confesso que senti saudades daqui, da imensa rede blogosfera, mas por motivos pessoais não pude atualizar o blog como gostaria, no entanto continuo "antenada" nos acontecimentos.
A correria entre o trabalho e a casa, a família e os alunos, nos consome de tal forma que somos obrigados a estabelecer prioridades em nossas vidas.
Foi olhando para a foto ao lado que tive, mais uma vez, a certeza de que tudo vale a pena quando priorizamos a coisa certa: o amor.
Minha família é a razão da minha força e o meu trabalho a graça divina de me oportunizar utilizar o dom que Deus me deu.
Aos companheiros blogueiros e aos leitores, meus agradecimentos pelos e-mails e por manter-me informada todo esse tempo. À minha família, obrigada pela força e pelo estímulo de poder continuar.
A imagem escolhida para minha postagem reflete a certeza das minhas escolhas e o tamanho da minha benção e é com ela que quero desejar a todos um Feliz Natal e um 2012 maravilhoso, que o amor reine em nossos corações!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Nova decisão sobre idade mínima para matrícula no Ensino Fundamental
Decisão judicial altera idade mínima para ingresso no 1º ano do ensino fundamental.
Agora matrícula de alunos no início do segmento fica a critério da escola ou sistemas de ensino que, segundo juiz, dispõe de recursos pedagógicos para tal autonomia.
Significa dizer, em suma, que uma criança que antes precisava ter 6 anos de idade até o dia 31 de março, hoje, mesmo com idade inferior antes do referido período, pode ser matriculada no 1º ano, com base em critérios pedagógicos.
Veja mais em g1.globo.com/jornal-nacional/
sábado, 15 de outubro de 2011
Para você, Professor!
O sonho
Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.
Clarice Lispector
Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.
Clarice Lispector
domingo, 9 de outubro de 2011
S.O.S Liceu de Humanidades de Campos
"RIQUEZA HISTÓRICA DESPROTEGIDA
- SALÃO NOBRE DO LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS –
O Salão Nobre do solar do Liceu de Humanidades de Campos está em vias de desabar sobre o saguão de entrada do prédio (um palacete inaugurado em 1867 para residência do Barão da Lagoa Dourada). O piso desse Salão estala ameaçadoramente ao peso de uma única pessoa que sobre ele caminhe. Grave infiltração no teto do edifício, responsável por esse efeito, já fez ruir sobre o mesmo piso o belo e antigo lustre do Salão.
O Liceu de Humanidades de Campos (LHC) é uma escola pública oficial desde sua criação, em 1880. Para que fosse instalada e começasse a funcionar em 1884, o presidente da província do Rio de Janeiro exigiu, em 1883, que o municipío de Campos, por aquisição ou construção, dispusesse de um prédio para a respectiva sede e paralelamente nomeou uma comissão composta de ilustres homens da cidade de Campos para promover arrrecadação de donativos em dinheiro para consecução do fim declarado. O trabalho da comissão se estendeu por todas as freguesias do município de Campos, com resultados favoráveis, mas, de justiça, coube à comissão o título de maior contribuinte, à vista do arrecadado entre seus próprios membros.
O Solar do falecido Barão da Lagoa Dourada foi adquirido para sede do LHC em dezembro de 1883 por 25: 000$000 (vinte e cinco contos de réis) e, mediante escritura, doado pela comissão compradora à Câmara Municipal de Campos, que à época tinha feição de órgão executivo.
O compromisso da Província, depois do Estado do Rio de Janeiro, para uso de edifício não próprio cedido para fins de ensino público, era, no caso do prédio do Liceu de Humanidades de Campos, o de prover a manutenção do imóvel e garantir ao mesmo reformas necessárias. Só que não demorou muito para que um presidente do Estado do Rio de Janeiro, talvez por ignorar fundamentos históricos, viesse a declarar em relatório apresentado à Assembleia Legislativa Fluminense que o prédio do LHC era próprio estadual. Daí para frente foi sendo construído o esquecimento sobre a verdadeira propriedade do Solar.
O que importa agora, no entanto, não é apontar quem seja o dono do prédio. Importa o dever do Estado, e isso que não admite contestação. Cumpre ao governo estadual fluminense assumir sua responsabilidade diante da ruína que se abate sobre o palacete que abriga o LHC.
O que parece entravar ação de autoridade competente, como sempre, é a política partidária. O interesse da cultura, da educação, da história, submetido aos humores e simpatias de governantes.
O LHC conta 131 anos de fundação. Em 127 anos de serviços educacionais, vem oferecendo à terra goitacá, ao estado fluminese e à nação brasileira sua parcela de contribuição para o preparo de homens e mulheres que dignificam/dignificaram a profissão escolhida.
Incontáveis liceístas, tomados de amor e saudade por sua casa de ensino, sofrem na antevisão do destino dela. Se já assim unidos, unam-se também em vozes de protesto. Fortaleçam-se para exigir, sem esmorecer. Organizados, passeiem cobrança. Promovam coletivas com profissionais de rádio, jornal e televisão. Seu clamor chegue à ALERJ, ao Congresso Nacional, a instâncias maiores do poder público no Brasil.
Boca no mundo talvez seja a única forma de salvação de um solar do século XIX, de pé em Campos dos Goytacazes há 144 anos. É Casa de escola, com rica tradição. Escola com missão cumprida e ainda a cumprir.
Véra Passos"
- SALÃO NOBRE DO LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS –
O Salão Nobre do solar do Liceu de Humanidades de Campos está em vias de desabar sobre o saguão de entrada do prédio (um palacete inaugurado em 1867 para residência do Barão da Lagoa Dourada). O piso desse Salão estala ameaçadoramente ao peso de uma única pessoa que sobre ele caminhe. Grave infiltração no teto do edifício, responsável por esse efeito, já fez ruir sobre o mesmo piso o belo e antigo lustre do Salão.
O Liceu de Humanidades de Campos (LHC) é uma escola pública oficial desde sua criação, em 1880. Para que fosse instalada e começasse a funcionar em 1884, o presidente da província do Rio de Janeiro exigiu, em 1883, que o municipío de Campos, por aquisição ou construção, dispusesse de um prédio para a respectiva sede e paralelamente nomeou uma comissão composta de ilustres homens da cidade de Campos para promover arrrecadação de donativos em dinheiro para consecução do fim declarado. O trabalho da comissão se estendeu por todas as freguesias do município de Campos, com resultados favoráveis, mas, de justiça, coube à comissão o título de maior contribuinte, à vista do arrecadado entre seus próprios membros.
O Solar do falecido Barão da Lagoa Dourada foi adquirido para sede do LHC em dezembro de 1883 por 25: 000$000 (vinte e cinco contos de réis) e, mediante escritura, doado pela comissão compradora à Câmara Municipal de Campos, que à época tinha feição de órgão executivo.
O compromisso da Província, depois do Estado do Rio de Janeiro, para uso de edifício não próprio cedido para fins de ensino público, era, no caso do prédio do Liceu de Humanidades de Campos, o de prover a manutenção do imóvel e garantir ao mesmo reformas necessárias. Só que não demorou muito para que um presidente do Estado do Rio de Janeiro, talvez por ignorar fundamentos históricos, viesse a declarar em relatório apresentado à Assembleia Legislativa Fluminense que o prédio do LHC era próprio estadual. Daí para frente foi sendo construído o esquecimento sobre a verdadeira propriedade do Solar.
O que importa agora, no entanto, não é apontar quem seja o dono do prédio. Importa o dever do Estado, e isso que não admite contestação. Cumpre ao governo estadual fluminense assumir sua responsabilidade diante da ruína que se abate sobre o palacete que abriga o LHC.
O que parece entravar ação de autoridade competente, como sempre, é a política partidária. O interesse da cultura, da educação, da história, submetido aos humores e simpatias de governantes.
O LHC conta 131 anos de fundação. Em 127 anos de serviços educacionais, vem oferecendo à terra goitacá, ao estado fluminese e à nação brasileira sua parcela de contribuição para o preparo de homens e mulheres que dignificam/dignificaram a profissão escolhida.
Incontáveis liceístas, tomados de amor e saudade por sua casa de ensino, sofrem na antevisão do destino dela. Se já assim unidos, unam-se também em vozes de protesto. Fortaleçam-se para exigir, sem esmorecer. Organizados, passeiem cobrança. Promovam coletivas com profissionais de rádio, jornal e televisão. Seu clamor chegue à ALERJ, ao Congresso Nacional, a instâncias maiores do poder público no Brasil.
Boca no mundo talvez seja a única forma de salvação de um solar do século XIX, de pé em Campos dos Goytacazes há 144 anos. É Casa de escola, com rica tradição. Escola com missão cumprida e ainda a cumprir.
Véra Passos"
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Supremo decide conflito de atribuição relativo a investigações sobre verbas da educação
"O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu quatro casos de conflito de atribuição entre o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MP Estadual) para apurar supostas irregularidades na gestão e prestação de contas de recursos do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério) em municípios de São Paulo.
De acordo com a decisão, cabe ao MPF apurar eventuais as infrações penais cometidas na gestão das verbas educacionais, mesmo que elas não envolvam repasses de dinheiro federal, uma vez que a política de educação é nacional e há evidente interesse da União na correta aplicação dos recursos. No âmbito cível, de apuração de ato de improbidade administrativa por parte dos gestores da verba, a competência somente se desloca para o âmbito federal se houver dinheiro federal envolvido (patrimônio nacional) ou caso haja superveniente intervenção da União na gestão das verbas.
O caso concreto, analisado por meio de quatro Ações Cíveis Originárias (ACOs 1109, 1206, 1241 e 1250), envolve verbas do Estado de São Paulo que teriam sido empregadas de forma irregular pelas Prefeituras de Jaciba, Mirassol, Pradópolis e Itapecerica. Diante desse fato, o Plenário assentou que é do Ministério Público do Estado de São Paulo a competência para propor a ação de improbidade administrativa contra os gestores das verbas recebidas do Fundef, hoje denominado Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), subordinado ao Ministério da Educação.
Esse foi o entendimento externado pela relatora das ações, ministra Ellen Gracie (aposentada), em agosto deste ano, quando o julgamento da matéria começou. Nesta tarde, votaram dessa forma os ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Celso de Mello e Cezar Peluso.
'A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é no sentido do reconhecimento da atribuição do Ministério Público Federal para atuar em matéria penal e pelo reconhecimento da atribuição do Ministério Público do Estado de São Paulo para atuar em matéria cível e de improbidade administrativa, sendo certo que, na improbidade, há o deslocamento da competência para a Justiça Federal caso haja superveniente intervenção da União ou diante do reconhecimento ulterior de lesão ao patrimônio nacional', sintetizou o ministro Luiz Fux hoje, que retomou o julgamento com seu voto-vista.
Somente o ministro Marco Aurélio divergiu. Para ele, se o caso é de serviço voltado à educação do estado, com verbas estaduais, e há desvio de conduta na prestação desse serviço, a competência para propor tanto a ação penal quanto a cível (de improbidade) é do Ministério Público Estadual. 'Na espécie, não está em jogo nem serviço público federal nem recursos federais, por isso eu peço vênia para entender que a atribuição para uma e outra dessas ações é do Ministério Público estadual', disse.
Preliminar
Apesar de acompanhar a relatora dos processos no mérito da questão, o ministro Luiz Fux iniciou seu voto levantando uma preliminar: a de que o STF não seria competente para julgar casos que não envolvam um real conflito federativo. Para ele, a análise de conflitos de competência entre o MP Federal e Estadual pelo Supremo é uma “vulgarização” da competência da Corte, que deveria somente analisar causas que dão ensejo a uma ruptura do pacto federativo.
De acordo com a alínea 'f' do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal, compete ao Supremo processar e julgar originariamente as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta.
'O conflito federativo gravita em torno da ideia de que a lide pode criar uma ruptura da federação', disse. 'No que tange ao disposto no artigo 102, inciso I, alínea ´f` da Constituição de 88, a competência do Supremo Tribunal Federal se justifica para decidir sobre o equilíbrio do sistema federativo, para julgar causas que possam comprometer a existência do Estado brasileiro', afirmou. Para Fux, o pacto federativo somente se vê 'estremecido em razão de conflitos institucionais de grande significação e de cunho político'.
Assim, ele propôs que o STF não julgasse as ações por não ser competente para tanto. Entretanto, com exceção do decano da Corte, ministro Celso de Mello, os demais ministros mantiveram a posição atual do Supremo, no sentido de analisar esse tipo de conflito de atribuição.
Conforme explicou o ministro Marco Aurélio, 'não há regência da matéria na Carta (da República)'. Diante disso, o Supremo decidiu que, se o conflito ocorre entre o Ministério Público Federal e um Ministério Público estadual, e não entre Ministérios Públicos estaduais, a competência para analisar o caso é da Corte Suprema. Ele frisou que esse entendimento foi assentado pelo STF em vários pronunciamentos. 'Estou convencido de que essa é a melhor solução', avaliou."
Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=191038
Texto retirado do blog do Cleber Tinoco
De acordo com a decisão, cabe ao MPF apurar eventuais as infrações penais cometidas na gestão das verbas educacionais, mesmo que elas não envolvam repasses de dinheiro federal, uma vez que a política de educação é nacional e há evidente interesse da União na correta aplicação dos recursos. No âmbito cível, de apuração de ato de improbidade administrativa por parte dos gestores da verba, a competência somente se desloca para o âmbito federal se houver dinheiro federal envolvido (patrimônio nacional) ou caso haja superveniente intervenção da União na gestão das verbas.
O caso concreto, analisado por meio de quatro Ações Cíveis Originárias (ACOs 1109, 1206, 1241 e 1250), envolve verbas do Estado de São Paulo que teriam sido empregadas de forma irregular pelas Prefeituras de Jaciba, Mirassol, Pradópolis e Itapecerica. Diante desse fato, o Plenário assentou que é do Ministério Público do Estado de São Paulo a competência para propor a ação de improbidade administrativa contra os gestores das verbas recebidas do Fundef, hoje denominado Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), subordinado ao Ministério da Educação.
Esse foi o entendimento externado pela relatora das ações, ministra Ellen Gracie (aposentada), em agosto deste ano, quando o julgamento da matéria começou. Nesta tarde, votaram dessa forma os ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Celso de Mello e Cezar Peluso.
'A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é no sentido do reconhecimento da atribuição do Ministério Público Federal para atuar em matéria penal e pelo reconhecimento da atribuição do Ministério Público do Estado de São Paulo para atuar em matéria cível e de improbidade administrativa, sendo certo que, na improbidade, há o deslocamento da competência para a Justiça Federal caso haja superveniente intervenção da União ou diante do reconhecimento ulterior de lesão ao patrimônio nacional', sintetizou o ministro Luiz Fux hoje, que retomou o julgamento com seu voto-vista.
Somente o ministro Marco Aurélio divergiu. Para ele, se o caso é de serviço voltado à educação do estado, com verbas estaduais, e há desvio de conduta na prestação desse serviço, a competência para propor tanto a ação penal quanto a cível (de improbidade) é do Ministério Público Estadual. 'Na espécie, não está em jogo nem serviço público federal nem recursos federais, por isso eu peço vênia para entender que a atribuição para uma e outra dessas ações é do Ministério Público estadual', disse.
Preliminar
Apesar de acompanhar a relatora dos processos no mérito da questão, o ministro Luiz Fux iniciou seu voto levantando uma preliminar: a de que o STF não seria competente para julgar casos que não envolvam um real conflito federativo. Para ele, a análise de conflitos de competência entre o MP Federal e Estadual pelo Supremo é uma “vulgarização” da competência da Corte, que deveria somente analisar causas que dão ensejo a uma ruptura do pacto federativo.
De acordo com a alínea 'f' do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal, compete ao Supremo processar e julgar originariamente as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta.
'O conflito federativo gravita em torno da ideia de que a lide pode criar uma ruptura da federação', disse. 'No que tange ao disposto no artigo 102, inciso I, alínea ´f` da Constituição de 88, a competência do Supremo Tribunal Federal se justifica para decidir sobre o equilíbrio do sistema federativo, para julgar causas que possam comprometer a existência do Estado brasileiro', afirmou. Para Fux, o pacto federativo somente se vê 'estremecido em razão de conflitos institucionais de grande significação e de cunho político'.
Assim, ele propôs que o STF não julgasse as ações por não ser competente para tanto. Entretanto, com exceção do decano da Corte, ministro Celso de Mello, os demais ministros mantiveram a posição atual do Supremo, no sentido de analisar esse tipo de conflito de atribuição.
Conforme explicou o ministro Marco Aurélio, 'não há regência da matéria na Carta (da República)'. Diante disso, o Supremo decidiu que, se o conflito ocorre entre o Ministério Público Federal e um Ministério Público estadual, e não entre Ministérios Públicos estaduais, a competência para analisar o caso é da Corte Suprema. Ele frisou que esse entendimento foi assentado pelo STF em vários pronunciamentos. 'Estou convencido de que essa é a melhor solução', avaliou."
Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=191038
Texto retirado do blog do Cleber Tinoco
domingo, 11 de setembro de 2011
Educação em Campos: Um absurdo!

Embora a correria do cotidiano me cause uma redução de tempo para atualizar o blog, sempre estou atenta e ciente dos acontecimentos e das aberrações que assolam nossa educação!
É lamentável o aglomerado de problemas que encontramos todos os dias na rede municipal de Campos, muitos deles por falta inclusive de boa vontade em organizar o sistema de ensino.
Vejamos a situação relatada pela professora Luciana no blog Dignidade:
Uma professora que não consegue trabalhar mais perto de casa, embora, segundo ela, tenha vaga para sua área de atuação em escolas próximas de sua casa.
Como se já não bastasse toda a situação em que se encontra a educação pública, temos que nos deparar com mais uma aberração: Diretora agride mãe de aluno. Essa é a prova do despraro de alguns diretores de escolas em Campos, é o alarde real da falha do sistema que conduz essas pessoas a esse tipo de cargo!
E a situação caótica não pára por aí: Existem escolas na rede municipal de Campos "caindo aos pedaços" literalmente, assim está registrado em matéria da INTER TV., visitadas pelo SEPE e denunciadas por comunidades escolares indignadas!
O que falta em Campos é vontade política em administrar com coerência atendendo às necessidades da população!
As construções desgastam-se com tempo e devem ser reparadas pelo poder público, dentro de uma gestão eficaz que realmente respeita o que é público e de direito da população.
Educação em Campos não é prioridade, visto o caos instalado em nosso sistema hoje: inclusão que não acontece por falta de subsídio da administração pública, funcionários perseguidos, gestores desqualificados e indicados por políticos tão desqualificados quanto seus subordinados, escolas com estruturas abaladas...
A educação pede socorro!
Dez anos depois...

Especialistas dizem que os ataques do 11 de Setembro inauguraram o século 21. A derrubada das Torres Gêmeas - vistas como símbolo do poder do capitalismo americano - deixou uma marca inapagável nas mentes dos americanos e deu forma ao cenário da segurança mundial.
Quase 3.000 pessoas morreram no atentado, e dez anos depois ainda é possível ver os efeitos. Entre os mais evidentes, estão as guerra no Afeganistão, que ainda não acabou, e no Iraque pós-guerra, no qual ainda não surgiu a democracia que o presidente George W. Bush (2001-2009) pretendia criar.
Há outros efeitos colaterais pós-ataques mais sutis, como a segurança reforçada nos aeroportos de todo o mundo e nascimento dos sentimentos antiamericano e anti-islâmico.
Veja a cobertura do Portal R7 sobre os vários aspectos que envolveram o 11 de setembro (aqui )
Quase 3.000 pessoas morreram no atentado, e dez anos depois ainda é possível ver os efeitos. Entre os mais evidentes, estão as guerra no Afeganistão, que ainda não acabou, e no Iraque pós-guerra, no qual ainda não surgiu a democracia que o presidente George W. Bush (2001-2009) pretendia criar.
Há outros efeitos colaterais pós-ataques mais sutis, como a segurança reforçada nos aeroportos de todo o mundo e nascimento dos sentimentos antiamericano e anti-islâmico.
Veja a cobertura do Portal R7 sobre os vários aspectos que envolveram o 11 de setembro (aqui )
Postado pro Jane Nunes no blog Estou procurando o que fazer...
sábado, 27 de agosto de 2011
PROFESSOR DA REDE MUNICIPAL TEM DIA DESCONTADO POR PARALISAÇÃO
Muito bem descrita a situação atual dos profissionais da rede pública municipal de Campos e o descaso do atual governo para com nossa categoria retratado no blog do caro colega blogueiro Carlos Faria Café republicado aqui no blog.
A falta no ponto dos servidores que aderiram à paralisação do dia 5 de julho nada mais é do que uma tentativa de sufocar o movimento, afetando o bolso daqueles que já não têm uma remuneração digna da função que exercem.
Será que o referido desconto será de alguma forma investida nas escolas para que não tenhamos esse mês que pagar xérox que são distribuídas aos alunos?
E não me venham falar em Expoente como solução didática para a substituição de xérox, até porque a própria equipe da SMEC reconhece que o material é incompleto e assim resolveu produzir algumas sugestões de atividades complementares que, para utilização na sala de aula, é necessário xérox. E quem custeia isso? Somos nós!
Esses mesmos professores que têm nesse mês um dia de falta!
A hipocrisia nos discursos para que os professores formem alunos críticos está bem expressa quando o governo e o sistema de educação "pune" aqueles que reivindicam seus direitos e utilizam a liberdade de expressão.
Do blog do Carlos Faria Café
O contra-cheque do mês 8(agosto), dos professores da rede municipal de ensino, que se encontra no portal da PMCG, e que começa ser pago na segunda-feira, dia 29/8, teve 1(hum) dia de serviço cortados e especificados em seus contra-cheques como a denominação de “FALTA” com o código 5285.
Comentários nas escolas municipais dão conta que o desconto em seus vencimentos, é referente a adesão à paralização de 24 hs, no dia 05/07, coordenado pelo SEPE-Campos, que vem empreendendo uma campanha de melhorias salariais para a categoria. Enquanto as professoras com uma matricula perdem R$ 64,00 reais e com duas matriculas, perdem o dobro de seu pagamento, elas tem que tirar de seu próprio bolso dinheiro para tirar xérox, comprar papel A4, correr risco pegando carona em beirada de estrada, pedir a pai de aluno para fazer pequenos reparos em parte elétrica e hidráulica nas escolas, sofrer ameaças e agressões de alunos e etc, e tudo isto acontece numa cidade onde se tem uma das maiores arrecadações do Brasil.
Prefeita Rosinha, a falta dada aos professores, foi uma medida politicamente antipática, extremista e antidemocrática, que só faz afastar da senhora ainda mais os profissionais de ensino. Esta penalização causou uma enorme revolta e repúdio junto aos mesmos, onde muitos, caminharam lado a lado em sua campanha, nas ultimas eleições.
No popular, faltou habilidade política e sobrou autoritarismo e antipatia, o que só faz fortalecer o movimento em prol das melhorias salariais na educação de Campos. Tirar dinheiro do bolso de quem precisa é pior do que jogar Bombas de Gás Lacrimogêneo e Cassetetes na frente do Palácio, pois ali está diante das conseqüência das lutas trabalhistas. Foi a verdadeira "bola fora cor de rosa".
Parabéns prefeita, qual será a próxima retaliação com a classe ?
Parabéns prefeita, qual será a próxima retaliação com a classe ?
(...)
terça-feira, 23 de agosto de 2011
ATENÇÃO EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE CAMPOS!!!!
Amanhã será a ASSEMBLEIA da categoria às 17h.
Foi aprovado na assembleia do dia 03/08 que seria na praça São Salvador entretanto, devido ao tempo chuvoso avaliamos que seria melhor reservar o auditório da ACIC que fica no Ed. Ninho das Águias, 16º andar, em frente a praça.
Contamos com a presença de TODOS OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO!!!
Blog Na Luta pela Educação
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Atenção profissionais da Educação!
Assembléia do SEPE no próximo dia 24 de Agosto, às 17 horas na Praça São Salvador irá decidir os rumos do movimento em prol às reivindicações da categoria!
Compareçam!
domingo, 7 de agosto de 2011
Atenção Profissionais da Educação!
Assembléia do SEPE/Campos dia 24 de agosto para decidir os novos rumos do movimento!
Local: Sede do SEPE
ED. Ninho das Águias, 514
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Direito de greve

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece o direito de greve dos servidores públicos previsto na Constituição Federal de 1988 concluindo que, em casos de paralisação no funcionalismo público deve ser aplicada a lei 7.783 de 1989, que regulamenta as greves dos trabalhadores da iniciativa privada.
Neste sentido, assim dispõe o Artigo 6º da referida Lei:
6º São assegurados aos grevistas, dentre outros direitos:
I – o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve;
II – a arrecadação de fundos e a livre divulgação do movimento;
1º Em nenhuma hipótese, os meios adotados por empregados e empregadores poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais de outrem.
2º É vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.
3º As manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa.
Neste sentido, assim dispõe o Artigo 6º da referida Lei:
6º São assegurados aos grevistas, dentre outros direitos:
I – o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve;
II – a arrecadação de fundos e a livre divulgação do movimento;
1º Em nenhuma hipótese, os meios adotados por empregados e empregadores poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais de outrem.
2º É vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.
3º As manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa.
PS: Hoje às 14hs a categoria da Educação da rede municipal de Campos se reunirá em Ato Público na Praça São Salvador.
sábado, 30 de julho de 2011
SIPROSEP, desça do muro!
É lamentável a falta de um posicionamento claro do SIPROSEP diante do descaso do poder público para com o funcionalismo público municipal.
As reclamações são bem conhecidas: falta de condições adequadas de trabalho, desvalorização profissional, falta de clareza quanto à aplicação do Fundeb, Plano de Cargos e Salários que não condiz com os anseios da categoria, material pedagógico (Expoente) distante da realidade...
Sem falar no Decreto 305/2011, que é praticamente um atentado à categoria. Ao invés de procurar, sem hipocrisia, atentar para os fatores que fazem com que grande parte dos servidores da educação adoeçam, para o governo deve ser mais fácil tentar sufocar os direitos do servidor na provável intenção de diminuir o número de licenças médicas.
Isso é valorização?
Como muito bem exposto no blog do Dignidade, ainda não está claro o papel deste sindicato, pois não vi o SIPROSEP levantar a bandeira de uma educação de qualidade, e certamente não é levando membros representantes do poder público que tal situação irá mudar, uma vez que estes estavam lá para justificar as ações do governo tão criticadas pela categoria.
Parece que o SIPROSEP não tem desagrado apenas à categoria da educação, o blog da Guarda Civil Municipal também teceu críticas a respeito! Veja aqui.
Enfim, a situação é caótica, no entanto os servidores parecem que estão acordando de uma profunda letargia, perdendo o medo e aderindo à luta!
A insatisfação dos servidores, de modo geral, em relação à forma com que o governo conduz o funcionalismo é evidente, sendo função do sindicato, como ente fiscalizador, incentivar e encorajar os trabalhadores na cobrança por melhorias e por respeito.
O SIPROSEP como entidade que deveria defender os direitos primordiais dos funcionários públicos municipais de Campos, não podendo ficar “em cima do muro”, precisa estar do lado certo, do lado das categorias trabalhadoras que o mantém e que são a verdadeira razão de sua existência.
As reclamações são bem conhecidas: falta de condições adequadas de trabalho, desvalorização profissional, falta de clareza quanto à aplicação do Fundeb, Plano de Cargos e Salários que não condiz com os anseios da categoria, material pedagógico (Expoente) distante da realidade...
Sem falar no Decreto 305/2011, que é praticamente um atentado à categoria. Ao invés de procurar, sem hipocrisia, atentar para os fatores que fazem com que grande parte dos servidores da educação adoeçam, para o governo deve ser mais fácil tentar sufocar os direitos do servidor na provável intenção de diminuir o número de licenças médicas.
Isso é valorização?
Como muito bem exposto no blog do Dignidade, ainda não está claro o papel deste sindicato, pois não vi o SIPROSEP levantar a bandeira de uma educação de qualidade, e certamente não é levando membros representantes do poder público que tal situação irá mudar, uma vez que estes estavam lá para justificar as ações do governo tão criticadas pela categoria.
Parece que o SIPROSEP não tem desagrado apenas à categoria da educação, o blog da Guarda Civil Municipal também teceu críticas a respeito! Veja aqui.
Enfim, a situação é caótica, no entanto os servidores parecem que estão acordando de uma profunda letargia, perdendo o medo e aderindo à luta!
A insatisfação dos servidores, de modo geral, em relação à forma com que o governo conduz o funcionalismo é evidente, sendo função do sindicato, como ente fiscalizador, incentivar e encorajar os trabalhadores na cobrança por melhorias e por respeito.
O SIPROSEP como entidade que deveria defender os direitos primordiais dos funcionários públicos municipais de Campos, não podendo ficar “em cima do muro”, precisa estar do lado certo, do lado das categorias trabalhadoras que o mantém e que são a verdadeira razão de sua existência.
Reunião com o SIPROSEP
Estavam presentes membros do referido sindicato, dentre eles o vice-presidente, duas advogadas e a diretora Ângela. O espaço também foi “cedido” ao assessor jurídico da SMEC, representantes do Conselho do Fundeb e do Conselho Municipal de Educação.
A categoria não compareceu em massa, estando presente uma média de 20 profissionais.
A reunião aconteceu no pátio do sindicato.
Inicialmente o assunto foi a situação dos professores readaptados quanto ao enquadramento, onde foi informado que estes terão apenas direito à progressão funcional, ou seja, o enquadramento por titulação.
Segundo o assessor jurídico da SMEC, os documentos que os profissionais entregaram à Secretaria de Educação já se encontram na Secretaria de Administração e que os reajustes retroativos ao mês de março de 2010, de acordo com as letras, serão pagos ao final de agosto.
Foi explicitado pela vice-presidente do Conselho do Fundeb que, segundo a legislação, o Fundeb não é bonificação e que os salários dos profissionais da educação podem ser pagos utilizando-se o Fundo. Tal afirmação causou indignação aos presentes, onde alguns professores inclusive citaram exemplos de outros municípios em que o Fundeb é destinado à valorização profissional em forma de gratificação e também é descrito nos contra-cheques, diferente do que acontece em Campos.
Também foi discutido sobre o decreto 305/2011, de forma que a categoria mais uma vez mostrou sua indignação sobre tal ato do executivo contra os servidores da educação.
Fomos “reforçados” sobre a informação de que haverá eleição para diretores de escolas em 2012, onde só poderão concorrer os que estiverem dentro dos critérios que já foram publicados no diário oficial.
Perguntados sobre a greve, o SIPROSEP foi evasivo alegando não ter sido convocado oficialmente para tal ato.
Em suma, não ouvimos nada do que já não sabíamos!
O descontentamento foi grande, pude ouvir e perceber o estranhamento causado nos professores quanto aos objetivos reais da reunião.
A categoria não compareceu em massa, estando presente uma média de 20 profissionais.
A reunião aconteceu no pátio do sindicato.
Inicialmente o assunto foi a situação dos professores readaptados quanto ao enquadramento, onde foi informado que estes terão apenas direito à progressão funcional, ou seja, o enquadramento por titulação.
Segundo o assessor jurídico da SMEC, os documentos que os profissionais entregaram à Secretaria de Educação já se encontram na Secretaria de Administração e que os reajustes retroativos ao mês de março de 2010, de acordo com as letras, serão pagos ao final de agosto.
Foi explicitado pela vice-presidente do Conselho do Fundeb que, segundo a legislação, o Fundeb não é bonificação e que os salários dos profissionais da educação podem ser pagos utilizando-se o Fundo. Tal afirmação causou indignação aos presentes, onde alguns professores inclusive citaram exemplos de outros municípios em que o Fundeb é destinado à valorização profissional em forma de gratificação e também é descrito nos contra-cheques, diferente do que acontece em Campos.
Também foi discutido sobre o decreto 305/2011, de forma que a categoria mais uma vez mostrou sua indignação sobre tal ato do executivo contra os servidores da educação.
Fomos “reforçados” sobre a informação de que haverá eleição para diretores de escolas em 2012, onde só poderão concorrer os que estiverem dentro dos critérios que já foram publicados no diário oficial.
Perguntados sobre a greve, o SIPROSEP foi evasivo alegando não ter sido convocado oficialmente para tal ato.
Em suma, não ouvimos nada do que já não sabíamos!
O descontentamento foi grande, pude ouvir e perceber o estranhamento causado nos professores quanto aos objetivos reais da reunião.
sábado, 23 de julho de 2011
Greve na rede municipal de Educação de Campos

Os professores da rede municipal de Campos entrarão em greve nos próximos dias 01, 02 e 03 de agosto.
O movimento foi decidido em assembléia na Praça São Salvador no dia 5 de Julho, quando ocorreu uma paralisação seguida de uma manifestação pacífica e reivindicatória em frente à prefeitura de Campos.
O ato busca chamar a atenção do governo para as reivindicações tentando sanar as mazelas as quais somos submetidos!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Um em cada cinco estudantes brasileiros do ensino fundamental está atrasado na escola.
Um em cada cinco estudantes brasileiros do ensino fundamental está atrasado na escola. No ensino médio, pelo menos três em cada dez alunos também estão nessa situação. É o que mostram os dados do Censo Escolar 2010 sobre as taxas de distorção idade-série. O indicador mede a proporção de alunos que não está matriculada na série indicada à faixa etária.
De acordo com a Agência Brasil, pela legislação que organiza a oferta de ensino no país, a criança deve ingressar aos 6 anos no 1.° ano do ensino fundamental e concluir a etapa aos 14. Na faixa etária dos 15 aos 17 anos, o jovem deve estar matriculado no ensino médio. De 2008 a 2010, o percentual de alunos fora da série adequada para a idade registrou leve alta. Em 2008, a taxa era 22,1% no ensino fundamental, passou para 23,3% em 2009 e para 23,6% em 2010. No ensino médio, o percentual era de 33,7% em 2008, foi para 34,4% em 2009 e chegou a 34,5% no ano passado.
Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, essa estagnação é resultado do arrefecimento da política de progressão continuada. Muitas redes de ensino que tinham como orientação a não reprovação dos alunos nos primeiros anos do ensino fundamental mudaram essas diretrizes. “Isso provocou uma manutenção da reprovação, quando ela é grande causa a distorção idade-série. Hoje já se pensa em políticas de correção de fluxo e de aprendizagem sem usar a reprovação, como o reforço escolar”, explica.
Apesar da estabilidade na taxa de distorção da idade-série nos últimos anos, Maria do Pilar destaca que na última década a redução do índice foi maior: entre 2001 e 2011 essa diferença caiu 16 pontos percentuais no ensino médio e 19 pontos percentuais no ensino médio. Ela acredita que a taxa deve continuar a cair e aponta que o patamar adequado seria entre 3% e 4%.
“Por exemplo, um aluno com necessidades especiais às vezes tem uma adaptação escolar mais difícil, principalmente quando vêm de uma escola especial. Ou uma criança que deixou a escola por algum tempo por problemas familiares. Você pode ter algum tipo de distorção idade-série, mas ela teria que ser sempre traço. Nunca poderíamos achar que 10% já é um índice bom”, avalia.
A taxa de distorção idade-série atinge picos no 6.° ano do ensino fundamental, onde 32% dos alunos estão atrasados, e no 1.° ano do ensino médio, quando o problema atinge 37,8% dos jovens. Segundo Pilar, o MEC preparou um material específico para trabalhar com alunos de 15 a 17 anos que ainda estão no ensino fundamental. Será uma espécie de “curso” especial em que o conteúdo será ministrado de forma diferenciada, bem como a organização dos alunos. Em 2009, metade dos adolescentes de 15 a 17 anos não frequentava a série adequada para sua faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O projeto permitirá que em um ano ele receba o certificado de conclusão e possa seguir para o ensino médio. O material estará disponível no site do MEC e também poderá ser solicitado pelas escolas. Na avaliação da secretária, os adolescentes repetentes que estudam com crianças mais novas acabam com problemas de socialização. “Ele fica convivendo com grupos de idade que não têm muito a ver com ele. E começa a ser visto como o bagunceiro, aquele que é expulso de sala, o mau aluno”, aponta.
Fonte: Nota 10
terça-feira, 5 de julho de 2011
Que inclusão é essa?

Matéria publicada no Boletim do SEPE/Campos, edição de Julho:
Que inclusão é essa?
Embora as leis assegurem a matrícula dos alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino, precisamos atentar para as dificuldades que o sistema de ensino tem quanto à adaptação destes alunos no sentido estrutural e cultural.
Ouvimos um discurso extenso que assinala uma certa mudança de paradigma social, com mudanças quanto aos padrões de comportamento antes estabelecidos, no entanto, se por um lado vem ocorrendo uma mudança gradativa no que diz respeito à concepção de educação inclusiva, essa transformação se registra de forma ainda absurdamente lenta em termos estruturais.
As matrículas são garantidas na rede pública de ensino, porém a oferta de vagas não é garantia de educação de qualidade, uma vez que incluir depende de um conjunto de esforços, metodologias e aparato pedagógico adequado à diversidade em âmbito escolar.
Para que a inclusão ocorra de fato, é preciso mais que matricular alunos, é fundamental que as ações governamentais e as políticas públicas estejam realmente comprometidas com a formação humana englobando as especificidades e evidenciando as potencialidades presentes em cada aluno. Para tanto, é imprescindível uma estrutura composta por profissionais capacitados, modificada em sua organização.
Ao final do primeiro semestre do ano letivo de 2011, ainda aguardo a reestruturação capaz de incluir e compreender as especificidades dos meus alunos portadores de necessidades especiais, muito embora a própria Secretaria Municipal de Educação de Campos, a qual sou lotada, divulgue uma evolução nesse processo de reestruturação da rede em relação à educação inclusiva, a evolução de fato é muito aquém do que se precisa, visto que eu possuo alunos que ainda aguardam cuidador, já que são extremamente dependentes de auxílio para as mais diversas atividades.
Importante ressaltar que muitos são os direitos destes alunos, bem como dos demais, e muitas são suas necessidades que vão além da presença do cuidador.
Enquanto os alunos esperam, o professor se angustia, a lentidão perdura deixando relegados seres humanos que precisam de cuidados especiais, tendo seus direitos, constituídos por lei, desrespeitados.
Até quando?
Até quando nossos alunos terão sua vida escolar permeada por conflitos e obstáculos?
Educação de qualidade é um direito de todos indistintamente, devendo todos os responsáveis assumir suas devidas funções para assegurar, assim, um direito constitucional, a qualidade na educação não depende só do professor!
Luciana G. de Oliveira
Professora da rede pública municipal de Campos dos Goytacazes
Ouvimos um discurso extenso que assinala uma certa mudança de paradigma social, com mudanças quanto aos padrões de comportamento antes estabelecidos, no entanto, se por um lado vem ocorrendo uma mudança gradativa no que diz respeito à concepção de educação inclusiva, essa transformação se registra de forma ainda absurdamente lenta em termos estruturais.
As matrículas são garantidas na rede pública de ensino, porém a oferta de vagas não é garantia de educação de qualidade, uma vez que incluir depende de um conjunto de esforços, metodologias e aparato pedagógico adequado à diversidade em âmbito escolar.
Para que a inclusão ocorra de fato, é preciso mais que matricular alunos, é fundamental que as ações governamentais e as políticas públicas estejam realmente comprometidas com a formação humana englobando as especificidades e evidenciando as potencialidades presentes em cada aluno. Para tanto, é imprescindível uma estrutura composta por profissionais capacitados, modificada em sua organização.
Ao final do primeiro semestre do ano letivo de 2011, ainda aguardo a reestruturação capaz de incluir e compreender as especificidades dos meus alunos portadores de necessidades especiais, muito embora a própria Secretaria Municipal de Educação de Campos, a qual sou lotada, divulgue uma evolução nesse processo de reestruturação da rede em relação à educação inclusiva, a evolução de fato é muito aquém do que se precisa, visto que eu possuo alunos que ainda aguardam cuidador, já que são extremamente dependentes de auxílio para as mais diversas atividades.
Importante ressaltar que muitos são os direitos destes alunos, bem como dos demais, e muitas são suas necessidades que vão além da presença do cuidador.
Enquanto os alunos esperam, o professor se angustia, a lentidão perdura deixando relegados seres humanos que precisam de cuidados especiais, tendo seus direitos, constituídos por lei, desrespeitados.
Até quando?
Até quando nossos alunos terão sua vida escolar permeada por conflitos e obstáculos?
Educação de qualidade é um direito de todos indistintamente, devendo todos os responsáveis assumir suas devidas funções para assegurar, assim, um direito constitucional, a qualidade na educação não depende só do professor!
Luciana G. de Oliveira
Professora da rede pública municipal de Campos dos Goytacazes
segunda-feira, 4 de julho de 2011
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

A educação de Campos pede SOCORRO!!!
Paramos hoje em protesto contra o descaso, a repressão e o autoritarismo que os profissionais de educação da rede municipal enfrentam em seu cotidiano.
Exigimos valorização profissional SIM, mas antes exigimos uma EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE para a nossa população;
Exigimos a convocação dos concursados 2008, objetivando acabar com a carência de profissionais nas unidades escolares;
Exigimos eleição direta para diretores de escolas, visando acabar com a repressão que alguns profissionais sofrem no âmbito escolar;
Exigimos o repasse do FUNDEB como valorização profissional e não para pagar salários;
Exigimos um reajuste salarial de 30%, pois o salário da educação municipal está defasado;
Exigimos revisão no Plano de Cargos e Salários;
Exigimos a revogação do decreto 305/2011, que define critérios para concessão de licença a todos os servidores municipais de Campos;
Exigimos RESPEITO À EDUCAÇÃO JÁ!
Exigimos valorização profissional SIM, mas antes exigimos uma EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE para a nossa população;
Exigimos a convocação dos concursados 2008, objetivando acabar com a carência de profissionais nas unidades escolares;
Exigimos eleição direta para diretores de escolas, visando acabar com a repressão que alguns profissionais sofrem no âmbito escolar;
Exigimos o repasse do FUNDEB como valorização profissional e não para pagar salários;
Exigimos um reajuste salarial de 30%, pois o salário da educação municipal está defasado;
Exigimos revisão no Plano de Cargos e Salários;
Exigimos a revogação do decreto 305/2011, que define critérios para concessão de licença a todos os servidores municipais de Campos;
Exigimos RESPEITO À EDUCAÇÃO JÁ!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Viva a diferença!

"Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa."
Do blog Estou Procurando o que fazer...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Profissionais da Educação da rede municipal de Campos vão parar!

Do blog Dignidade Campos
Ontem (8) no final da tarde a categoria dos profissionais da Educação da rede municipal de Campos, decidiram em assembléia realizada no SEPE/Campos, entrar a partir de hoje (9) em estado de Greve.
A categoria também aprovou para o dia 5 de Julho uma paralisação geral na rede municipal de Campos.
No dia 05 será realizado:
- Paralisação geral da rede municipal de Campos, durante todo o dia;
- Manifestação com passeata pelo centro da cidade, com Ato Público na Praça São Salvador às 16:00;
-Assembléia às 17h para decidir se a categoria entrará ou não em greve por tempo indeterminado, até que a PMCG atenda ás reivindicações da categoria.
Reivindicações:
-Convocação imediata dos concursados da educação de 2008, para preencher as vagas reais existentes na rede municipal;
- Eleições para diretor de escola;
- Repasse do Fundeb como valorização e não para pagar salários;
-Mudanças no Plano de Cargo Carreira e Salário;
- Reposição salarial;
Entre outras reivindicações.
Obs: Dia 18 de junho, às 10h da manhã, haverá concentração dos profissionais da rede municipal, na Praça São Salvador para colar adesivos nos carros e informar a população do descaso das autoridades municipais juntos à educação em nosso município.
- Reposição salarial;
Entre outras reivindicações.
Obs: Dia 18 de junho, às 10h da manhã, haverá concentração dos profissionais da rede municipal, na Praça São Salvador para colar adesivos nos carros e informar a população do descaso das autoridades municipais juntos à educação em nosso município.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Rede Estadual de Educação em greve!
Assembléia deliberou
GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.
Os profissionais da rede estadual, após deflagrar uma greve por tempo indeterminado na assembléia no Clube Municipal, se dirigiram para as escadarias da Alerj para apoiar os bombeiros, que se encontram em vigília no local desde o último domingo.
SEPE informa:
Rede estadual decide entrar em greve por tempo indeterminado
GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.
Os profissionais da rede estadual, após deflagrar uma greve por tempo indeterminado na assembléia no Clube Municipal, se dirigiram para as escadarias da Alerj para apoiar os bombeiros, que se encontram em vigília no local desde o último domingo.
SEPE informa:
Rede estadual decide entrar em greve por tempo indeterminado
Em assembléia que reuniu mais de dois mil profissionais no Clube Municipal, os profissionais de educação das escolas estaduais decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A falta de disposição do governo estadual em negociar e atender as reivindicações dos professores e funcionários das escolas estaduais foi o principal motivo para a decisão da categoria entrar em greve. Outro fator que revoltou a categoria foi o tratamento repressivo dispensado pelo governo estadual contra a mobilização dos bombeiros que participaram das manifestações no Centro do Rio na sexta-feira, que resultou na invasão do Quartel General da corporação por tropas de elite e na prisão de mais de 400 manifestantes, além de ferimentos em familiares que participavam do ato.
Na quinta-feira (dia 9 de junho), os profissionais de educação, irão se unir aos bombeiros do Rio de Janeiro e fazer um ato nas escadarias da Alerj, a partir das 16h, para pressionar os deputados estaduais a intercederem junto ao governo do estado, com objetivo de reabrir as negociações em torno das reivindicações das duas categorias. Na sexta-feira, a partir das 13h, o Sepe, bombeiros e outras categorias do funcionalismo estadual farão uma passeata da Candelária até a Alerj.
No domingo, novamente os profissionais de educação, bombeiros e servidores do estado farão uma passeata na Avenida Atlântica, com concentração a partir das 10h, na esquina da Avenida Princesa Isabel com Avenida Atlântica.
Na quinta-feira (dia 9 de junho), os profissionais de educação, irão se unir aos bombeiros do Rio de Janeiro e fazer um ato nas escadarias da Alerj, a partir das 16h, para pressionar os deputados estaduais a intercederem junto ao governo do estado, com objetivo de reabrir as negociações em torno das reivindicações das duas categorias. Na sexta-feira, a partir das 13h, o Sepe, bombeiros e outras categorias do funcionalismo estadual farão uma passeata da Candelária até a Alerj.
No domingo, novamente os profissionais de educação, bombeiros e servidores do estado farão uma passeata na Avenida Atlântica, com concentração a partir das 10h, na esquina da Avenida Princesa Isabel com Avenida Atlântica.
A próxima assembléia da rede estadual será realizada na terça-feira (dia 14 de julho) no Clube Municipal na Tijuca, a partir das 14h. Neste encontro, a categoria irá decidir os rumos da greve.
A categoria reivindica do governador Sérgio Cabral o seguinte:
1) um reajuste emergencial de 26%;
2) a incorporação imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015);
3) o descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos da educação estadual, entre outras reivindicações.
2) a incorporação imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015);
3) o descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos da educação estadual, entre outras reivindicações.
Calendário da greve na rede estadual:
- dias 8 e 9 de junho (quarta e quinta-feiras) - reuniões nas escolas com a comunidade escolar para que a categoria explique os motivos da greve;
- dia 9 de junho (quinta-feira): Profissionais da Capital e Grande Rio: Ato na Alerj, em conjunto com bombeiros e outros segmentos do serviço público estadual, a partir das 16, para pressionar os deputados a intercederem para que o governo abra negociações;
- dia 10 de junho (sexta-feira): Passeata da Candelária até a Alerj, em conjunto com os bombeiros e funcionalismo estadual. Concentração a partir das 13h, na Candelária.
- dia 11 de junho (sábado): panfletagens descentralizadas de núcleos e regionais na parte da manhã, explicando os motivos da greve para a população;
- dia 12 de junho (domingo): às 10h, esquina da Avenida Princesa Isabel com Atlântica: concentração para uma passeta conjunta com bombeiros e demais segmentos do funcionalismo até o Posto 6.
- dia 13 de junho (segunda-feira): Assembléias locais em núcleos e regionais;
- dia 14 de junho (terça-feira): Assembléia geral da rede estadual, às 14h, no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359 - tijuca) para decidir os rumos da greve.
- dia 9 de junho (quinta-feira): Profissionais da Capital e Grande Rio: Ato na Alerj, em conjunto com bombeiros e outros segmentos do serviço público estadual, a partir das 16, para pressionar os deputados a intercederem para que o governo abra negociações;
- dia 10 de junho (sexta-feira): Passeata da Candelária até a Alerj, em conjunto com os bombeiros e funcionalismo estadual. Concentração a partir das 13h, na Candelária.
- dia 11 de junho (sábado): panfletagens descentralizadas de núcleos e regionais na parte da manhã, explicando os motivos da greve para a população;
- dia 12 de junho (domingo): às 10h, esquina da Avenida Princesa Isabel com Atlântica: concentração para uma passeta conjunta com bombeiros e demais segmentos do funcionalismo até o Posto 6.
- dia 13 de junho (segunda-feira): Assembléias locais em núcleos e regionais;
- dia 14 de junho (terça-feira): Assembléia geral da rede estadual, às 14h, no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359 - tijuca) para decidir os rumos da greve.
domingo, 29 de maio de 2011
Piso Nacional do Magistério: Abaixo-assinado
Ao Exmo. Governo e Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro
Nós professores, pais, alunos e sociedade em geral, solicitamos a imediata implantação da Lei 11.738, sancionada em 16 de julho de 2008, que visa o pagamento do Piso Nacional dos Trabalhadores do Magistério Público Nacional, por consequência, estadual.
O Supremo Tribunal Federal confirmou a legalidade de tal lei, enfatizando que o piso é o vencimento, sem adicionais como regência de classe e demais abonos. Em 6 (seis) de abril de 2011, em votação, o STF julgou que os Estados devem pagar o Piso para todos os trabalhadores em educação.
Paraná e Rio Grande do Sul acataram a decisão e imediatamente entraram em contato com seus professores, assim como fizeram muitas prefeituras para evitar uma eventual greve.
Sendo assim, nós exigimos que o Estado do Rio de Janeiro, um dos mais ricos da nação, cumpra a Lei e pague o piso aos professores e demais trabalhadores em educação respeitando seus planos de carreira!
Por uma Educação Pública, Gratuita e de Qualidade! O Brasil precisa e nos queremos!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Seria cômico, se não fosse trágico:6,51% de reajuste aos servidores municipais.
É isso! O tão comentado reajuste anual dos servidores públicos municipais de Campos será de, nada mais, nada menos que 6,51%.
De acordo com o sercretário de administração, Fábio Ribeiro, o reajuste foi coerente. Afirmou também que o governo, além de coerência, demonstra responsabilidade!
Será? (Perguntar não ofende)
Grande também é a insatisfação quanto á atuação do SIPROSEP!
Leiam as colocações pertinentes do blog do Dignidade, que, como sempre, muito bem pontua a situação caótica do funcionalismo público quando o assunto é valorização.
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